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Quem sou

Meu nome é João Carlos Rebello Caribé, sou Mestre em Ciência da Informação pela UFRJ (PPGCI), graduado em Propaganda e marketing pela Universidade Estácio de Sá. Atualmente sou consultor independente em inovação estratégica, gestão do conhecimento, e gestão de projetos. Fui conselheiro para o primeiro Conselho de Coordenação da NETmundial Initiative, e fui membro do membro do Comitê Executivo da NCUC na ICANN, ambos representando a sociedade civil da da América Latina e Caribe. Também sou membro da Internet Society Brasil, Coalizão Direitos na Rede, Red Latam, BestBits, Comunidade Diplo, Dynamic Coalition on Network Neutrality e Global Net Neutrality Coalition, Laboratório em Rede de Humanidades Digitais (LarHud) e Estudos Críticos em Informação, Tecnologia e Organização Social (Escritos). Tenho experiência nas áreas de Comunicação, Marketing, Ciência da Informação, Relações Internacionais, Construção de políticas públicas, Gestão de projetos e planejamento estratégico.

O que é este projeto

Este é um projeto de ciência aberta e divulgação cientifica, pois acredito que a ciência pertence à humanidade. Aqui estou falando com o público em geral, desde o mais humilde ao mais capacitado cidadão. Por esta razão, os textos publicados aqui são classificados em três níveis:

  1. Básico – São em geral bem didáticos e de fácil compreensão;
  2. Intermediário – Para compreende-los o leitor deverá ter um conhecimento mediano no tema em questão;
  3. Avançado – São textos mais elaborados, mais fundamentados com foco na academia.

Estamos no século XXI, e os ciclos tecnológicos estão cada vez mais curtos, não faz mais sentido aguardar até dois anos para ter uma pesquisa divulgada, nem mesmo um ou dois meses. Se não mudarmos a forma de divulgar a ciência, nos tornaremos cientistas obsoletos, atuando como verdadeiros profissionais da autópsia cientifica. Imagine no cenário descrito por Sandra Peter e Dirk S. Hovorka no artigo “How Future is Done”, onde eles propõem que as pesquisas passem a extrapolar para o futuro..

À medida que as tecnologias e os sistemas humanos se tornam cada vez mais impactantes e difundidos, os resultados inesperados muitas vezes levam os pesquisadores a realizar “autópsias de pesquisa” para determinar o que deu errado. Apesar da preocupação em torno das tecnologias disruptivas e da crescente complexidade, interdependência e volatilidade dos ambientes de negócios, os acadêmicos permaneceram orientados a pesquisar o aqui-e-agora e assumir uma extrapolação do presente para o futuro. (PETER, Sandra; HOVORKA, Dirk S. 2019, Tradução Nossa)

Manifesto da Ciência Pública

Nos da academia temos de compreender e assumir nossa responsabilidade sobre o futuro da humanidade frente a dicotomia beneficio x ameaça da tecnologia. Seja através do estabelecimento de limites éticos nos resultados e na utilização de sua pesquisa.Seja através da divulgação cientifica ampla geral e irrestrita, adequando seu trabalho ao público alvo, abolindo o formalismo, e buscando formas de explica-lo ao mais humilde cidadão

Erica Stone apresenta com brilhantismo a motivação para publicar a ciência livre, ao questionar o fato de que as pesquisas acadêmicas são patrocinadas com recursos público, porque não estão disponíveis para o público? Bom as minhas estão, e sempre estarão.

Referências

HOVORKA, D. S.; PETER, S. How the Future is Done. In: 52nd Hawaii International Conference on System Science. [s.l.]: [s.n.], 2019. ISBN: 9780998133126.